SOBRE A CONVO

Os museus podiam dar-se ao luxo de ser muito mais ambiciosos com a interpretação.

A maioria não pode hoje — não por falta de vontade, mas porque as contas não batem certo. A Convo é uma plataforma de visitas que faz colapsar as contas da produção, para que os curadores possam escrever o que realmente querem dizer, em todos os idiomas que os seus visitantes falam, e atualizá-lo à medida que a coleção muda.

$30K–$150K+
O que uma única visita áudio com curadoria custa a produzir no modelo de estúdio tradicional, com base em concursos e orçamentos de estúdio que analisámos. Por visita. Cada idioma acrescenta mais.
~1%
Parcela das visitas que, em média, tem um guia ao vivo. O texto de parede cobre o resto.
22%
Dos agregados familiares dos EUA falam um idioma que não o inglês em casa (US Census, 2024).
PORQUE EXISTIMOS

A interpretação é um problema de contas antes de ser um problema curatorial.

Redigir uma visita áudio leva semanas, muitas vezes com escritores externos. Os locutores acrescentam semanas e uma rubrica de orçamento por idioma. A tradução multiplica o projeto. Uma correção significa regravar.

O resultado é um compromisso logístico de que ninguém fala abertamente: a maioria das instituições só pode pagar áudio para uma fração da sua coleção permanente, num ou dois idiomas, raramente mantido atual. As exposições rotativas têm áudio em último lugar, se é que têm. Os visitantes que não falam o idioma dominante ficam só com a superfície. Os curadores com mais a dizer acabam por dizer menos, porque dizer mais significa outro ciclo de produção.

Isto não é um problema de vontade ou de talento. É um problema de contas. É esse o problema que a Convo existe para resolver.

NO QUE ACREDITAMOS

Quatro linhas que não atravessamos.

São as decisões estruturantes por trás de cada funcionalidade que lançamos. São também as perguntas que esperamos que um curador atento faça nos primeiros cinco minutos.

Os curadores mantêm o comando.
A IA redige; os curadores decidem. Os materiais de referência são a verdade. Nada chega a um visitante que um curador não tenha aprovado. Se algum texto alguma vez fizer a Convo soar como um gerador de conteúdo que substitui curadores, o texto está errado.
Esconder a maquinaria.
A Convo é uma plataforma de visitas que deixa os visitantes fazer perguntas. Não é “uma IA”. A tecnologia nunca é o substantivo. Os visitantes vêm pelos objetos; o produto desaparece atrás deles.
Multilíngue como padrão, não como melhoria.
Todos os planos incluem dez idiomas ativos, escolhidos entre mais de quarenta — sem taxa por idioma, sem sobretaxa pelo público que já tem. Uma cobertura que exclui os seus vizinhos bilingues não é cobertura.
Uma correção não é um projeto.
Quando um curador muda uma linha, todos os idiomas voltam a ser narrados e ficam ativos em cerca de um minuto. Sem reserva de estúdio, sem fila de produção. O custo de ter razão não devia medir-se em meses.
QUEM A CONSTRÓI

Uma carreira dedicada a como as instituições entregam conhecimento.

Eric Duffy, fundador e CEO da Convo
Eric Duffy, Fundador e CEO

Anteriormente, Eric fundou e liderou a Pathgather, uma plataforma de aprendizagem empresarial que serviu centenas de milhares de colaboradores em empresas como a Walmart, HP, Visa, Capital One, Qualcomm e Colgate. A Pathgather foi adquirida pela Degreed, onde Eric exerceu como VP de Estratégia de Produto.

O fio condutor: uma carreira dedicada a como as instituições entregam conhecimento às pessoas que servem — à escala, no idioma certo, com a perícia de quem o cria intacta. Os museus são o mesmo problema noutra sala.

UM CAMINHO MAIS CURTO

Um piloto é a forma mais rápida de ver se isto encaixa.